Por Ricardo Castilho
O Brasil é um país jovem. Essa afirmação tem sentido, porque os nossos 500 anos não são quase nada diante da civilização hebraica, egípcia, celta etc., todos com 5.000 anos ou mais.
O Brasil é um país de jovens. Já essa afirmação não é tão verdadeira assim, como costumava ser algumas décadas atrás.
Em primeiro lugar, por causa do envelhecimento da população, um fenômeno mundial. No Brasil, os idosos representam cerca de 8,6% da população. Ou seja, há quase 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Um índice expressivo que, embora abaixo dos níveis da Europa, Oceânia e Estados Unidos, é preocupante.
Em segundo lugar, porque os jovens têm optado por ter filhos cada vez mais tarde, muitos depois dos 30 anos. Essa contingência leva a uma concentração da população nas camadas infantis e de idosos.
A terceira causa, afinal, tem a ver com a violência, especialmente nos centros urbanos. E não resta dúvida, entre as autoridades, que o álcool é o grande vilão. No ano de 2007, a média brasileira era de 98 mortes por dia, o que superou os 37 mil óbitos anuais na Guerra do Iraque. Ou seja, temos uma guerra ocorrendo dentro do país e não percebemos. No ano de 2008, o número foi semelhante, porque os efeitos da chamada Lei Seca, que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas a pessoas que vai dirigir veículos, só começaram a ser sentidos no balanço divulgado em 2009: redução de 7,4% no número de mortes causadas por motoristas embriagados. O balanço divulgado no mês passado mostra que diminuiu a redução, em relação ao ano anterior, retrocedendo para 6,2%.
para ver a matéria completa - http://www.portaldapropaganda.com/comunicacao/2010/07/0017
Apesar de não de rde minha autoria tomo a liberdade de publicar neste espaço, pois é de vital importância esta matéria
O Brasil é um país de jovens. Já essa afirmação não é tão verdadeira assim, como costumava ser algumas décadas atrás.
Em primeiro lugar, por causa do envelhecimento da população, um fenômeno mundial. No Brasil, os idosos representam cerca de 8,6% da população. Ou seja, há quase 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Um índice expressivo que, embora abaixo dos níveis da Europa, Oceânia e Estados Unidos, é preocupante.
Em segundo lugar, porque os jovens têm optado por ter filhos cada vez mais tarde, muitos depois dos 30 anos. Essa contingência leva a uma concentração da população nas camadas infantis e de idosos.
A terceira causa, afinal, tem a ver com a violência, especialmente nos centros urbanos. E não resta dúvida, entre as autoridades, que o álcool é o grande vilão. No ano de 2007, a média brasileira era de 98 mortes por dia, o que superou os 37 mil óbitos anuais na Guerra do Iraque. Ou seja, temos uma guerra ocorrendo dentro do país e não percebemos. No ano de 2008, o número foi semelhante, porque os efeitos da chamada Lei Seca, que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas a pessoas que vai dirigir veículos, só começaram a ser sentidos no balanço divulgado em 2009: redução de 7,4% no número de mortes causadas por motoristas embriagados. O balanço divulgado no mês passado mostra que diminuiu a redução, em relação ao ano anterior, retrocedendo para 6,2%.
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